Bompiso Racing Team - Parar para repensar

A jornada de Montalegre, que se realizou no passado fim de semana, vai marcar o final desta temporada para o Bompiso Racing Team.


Depois do que lá aconteceu, quando da disputa da terceira corrida de qualificação do SuperCar, ditou que seja feita uma pausa para repensar. Não só quanto a esta jornada, mas também face a várias situações idênticas, que têm acontecido nestas últimas temporadas.
O toque que aconteceu, e que envolveu Pedro Matos e Joaquim Santos, foi um toque grave  que causou muito estragos. No mínimo, para qualquer organização atenta, para qualquer Colégio de Comissários Desportivos também atento, o referido toque deveria merecer que houvesse um inquérito sobre o ocorreu e sobre quem o provocou. Assim não aconteceu. Para todos, organização e CCD, parece que nada se passou. E esta não é a primeira vez, que assim acontece.
Depois de uma reclamação feita por Joaquim Santos, que parece ter causado alguma surpresa junto do membros do Colégio de Comissários Desportivos e do Observador da FPAK, para esta prova, lá se dignaram ouvir os intervenientes e tentar aperceberem-se do que se tratou. Mas, parece que o fizeram com alguma displicência, como o provam algumas palavras ditas nessa altura, ao piloto do Bompiso RacingTeam, Joaquim Santos.
Os Comissários Desportivos presentes e o Observador à prova, viram as imagens num ecrã minúsculo e foram feitos alguns comentários, pelo Observador da FPAK, que nunca deveriam ter existido.
"Primeiro, referiu que só estava ali para observar. Disse-me até o Observador, que 'entrava mudo e saia calado' mas pouco depois já emitia algumas opiniões", referiu Joaquim Santos.
Um intervalo e Joaquim Santos concluiu. "Face à impunidade que se tem verificado nos últimos anos por parte de vários Colégios de Comissários Desportivos, bem como à displicência que, em muitos casos, demonstram na analise dos incidentes de corrida e até ao desconhecimento do que se passa em pista em relação a condução anti-desportiva de alguns concorrentes, que têm resultado sempre em destruir o meu carro com elevados custos de reparação e, em alguns casos de forma irreparável dentro da própria corrida, como aconteceu ontem em Montalegre e, relembrando, como fiz questão de referir ao CCD que alguns concorrentes são reincidentes pela quarta e quinta vez, tomei a decisão de terminar a minha participação em provas de Ralicross".
Esta decisão mereceu o consenso dos dois outros pilotos da equipa, Ricardo Soares e Mário Teixeira.